Carioca, o pianista, flautista e compositor Marcos Ariel tem vinte e cinco anos de carreira e dezenove trabalhos fonográficos. Suas composições desde cedo atravessaram fronteiras e seu primeiro LP, Bambu, foi lançado na França em 1986 e recebeu, em 1983, o troféu Chiquinha Gonzaga. Em seguida, o disco Terra do Índio, lançado nos Estados Unidos, foi eleito pala revista Jazziz como um dos melhores lançamentos do Jazz. No Brasil recebeu o troféu Brahma Extra de Música com o prêmio revelação instrumental.

• 10 CD's lançados nos Estados Unidos desde 1989
• 12 discos lançados no mercado nacional desde 1981
• Um dos criadores e diretor musical do JAZZMANIA
• Recebeu o troféu Chiquinha Gonzaga em 1983
• Eleito pala revista Jazziz como um dos melhores lançamentos do Jazz no EUA em 1989
• Recebeu o troféu Brahma Extra de Música com o prêmio revelação instrumental
• Apresentou-se por duas vezes no FREEJAZZ Festival, em 1986 em SP e em 1987 no RJ
• Artista exclusivo da gravadora Paras Group - Los Angeles
• 18o. lugar entre os 100 mais tocados da parada instrumental americana em 2001
• 16o. lugar entre os 100 mais tocados da parada instrumental americana em 2002
• Diretor e comunicador do programa "Nota Jazz", "Conexão Rio-Los Angeles" e "Estúdio Aberto"
Rádio Globo FM entre 1996 e 1998
• Diretor do selo musical Humaitá Music

"A carreira do pianista Marcos Ariel é uma das mais prolíficas e bem-sucedidas entre nossos instrumentistas.
Esse jovem-veterano começou no grupo Cantares, em 1976, após intensivos estudos de piano, depois ganhou experiência liderando o grupo Usina, com o qual gravou seus primeiros discos. Seguindo seu caminho, atuou em inúmeros contextos, desenvolvendo seu estilo e sua linguagem em várias áreas, sempre com equilíbrio,
inventividade e consistência.
Conheço Marcos Ariel há 20 anos, quando lançou seu primeiro disco, Bambu, constatando estar diante de um
valor promissor com um futuro brilhante. Na ocasião, em crítica publicada no "Jornal do Brasil", afirmei que, além
de pianista e flautista, Ariel era um compositor e arranjador de grande futuro. O tempo confirmou minhas previsões
e, indo além delas, firmou seu nome internacionalmente. Vivendo dez anos na ponte aérea Rio-Los Angeles, muita
água rolou por baixo da ponte de Ariel, gravando uma série de discos que sedimentaram ainda mais o seu talento,
aqui e nos Estados Unidos."

José Domingos Raffaelli
Crítico musical do jornal O Globo

"...Ariel's unique musical phrasing are played out stylishly employing classical keyboard technique and very 'Brazilian' ideas have a sensibility steeped in Rio brew that combines 'Choro' with Chopin..."
Mark Holston
Revista Jazziz, março de 1991

Apresentou-se por duas vezes no FREEJAZZ Festival, em 1986 em São Paulo e em 1987 no Rio de Janeiro.

"... Muito entrosado, com tacadas rápidas, Marcos Ariel e seu quarteto levantaram a audiência com energia na veia..."
Tárik de Souza
Jornal do Brasil, 1987

Em Los Angeles, realizou diversos concertos nos circuitos de festivais de Jazz, como o Playboy Jazz Festival, Santa Barbara Jazz Festival, L.A. a la carte entre outros.

"...Ariel's compositions bring out best in Brazilian beat..." "...Marcos Ariel the Brazilian pianist whose luch sense of phrasing comes with a feel that's at once sensitive and impressionistic..."
Bill Kohlhaase
LA Weekly, julho de 1998

Recentemente, nos Estados Unidos, lançou os cd´s My only passion e Magic Eyes (Paras Recordings). No Brasil, criou seu próprio selo, o Humaitá Music e lançou os cd´s marcos (uma retrospectiva de seus 20 anos de carreira), Visconde de Mauá e Conversa com os Anjos com músicas para relaxamento, os dois últimos também lançados nos EUA pela Paras Recordings.

"Sweet set of instrumentals that comes across with a spiritual edge. Just right for the classic New Ager that wants a simple, elegant record with something new to say but keeps the original, old vibe at hand. Tasty set that opens the ears as well as the mind and will give seekers a solid listening experience."
Midwest Record Recap, março de 2002

Com Piano com Tom Jobim (Humaitá Music), seu mais recente CD em piano-solo, homenageou o grande mestre Tom Jobim.

"PIANO COM TOM JOBIM alcança um "plateau" ainda mais elevado. É a obra de um artista maduro, consciente, que conhece muito bem o que toca, um desafio que ele supera airosamente ao gravar músicas exaustivamente exploradas por centenas de intérpretes, descartando o óbvio e o redundante. É um trabalho dedicado, voltado unicamente para a sua arte. O estilo escorreito, melódico e de bom gosto de Marcos Ariel criou moods e climas próprios dentro da temática "jobineana", colocando sua estampa pessoal em cada interpretação.
Com este trabalho requintado, Marcos Ariel chega ao final do século como um artista maduro, consciente e vitorioso, cuja experiência e categoria garantiram-lhe uma posição de relevo sem que precise provar coisa alguma. É a obra de um criador que a cada dia refina a sua arte."

José Domingos Raffaelli
O Globo, setembro de 2000

Desde então Marcos Ariel tem se dedicado a divulgação deste trabalho realizando diversas apresentações no Brasil e no exterior como a recente apresentação que fez em Montreal, no Teatro Corona, em outubro de 2004. O show intitulado "Tom Jobim & Le Jazz", foi dirigido pelo saxofonista Jean-Pierre Zanella e reuniu vários artistas canadenses e americanos para uma grande homenagem ao Maestro marcando dez anos de saudades.

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